Elysium Fields

O Elysium Fields foi fundado em Fevereiro de 2018, com o intuito de ser um jogo entre amigos, mas cresceu para se tornar não um único jogo RPG, mas vários. Desta forma, pode encontrar um jogo para jogar, ou narrar o seu próprio jogo, com as suas regras. A maioria dos nossos jogos são guiados por um narrador, que começa a história, desenvolve, e dá um fim à mesma. Os jogadores são os seus personagens principais.
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A skin foi totalmente criada pela Ross (Ji Yeon), para uso exclusivo no Elysium Fields. A designer agradece à Persephone (Hae Shin) e à Luxi (Joo Ri) pela paciência para a aturar, a Flerex pelos códigos de cores e campos de perfil que tornaram tudo mais fácil e a FontAwesome pelos ícones. Os gráficos para imagens foram obtidas do Google e editadas pela Ross. As tramas são criações originais e de responsabilidade de seus respectivos narradores. O blog Dorama Resenhas é nosso parceiro-irmão e todo seu conteúdo é feito por suas escritoras através de uma pesquisa séria de fontes confiáveis, além da exposição de opiniões próprias. Plágio é crime. Não copie dos nossos conteúdos originais. Se for tomar inspiração, por favor mencione.
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Jun Sun e Tulipay: Awaken

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10 de Novembro
RP Mista Valendo  até 3 pontos.
@Nang Eun Kyung; @Park Jun Sun

Hospital. 10:15 A.M.

Na última sexta-feira, a residência Nang foi surpreendida com a ligação da Sra Park. Num momento inicial, houve a preocupação de que o estado de saúde de Jun Sun tivesse piorado, mas o que ela disse não pode ter feito melhor aos ânimos do lugar: o rapaz finalmente estava recebendo visitas! Pouco mais de um mês depois daquele terrível episódio, Jun Sun parecia estar bem o suficiente para voltar a ver as pessoas que faziam parte de seu círculo social.

E não podia faltar a presença de Sajolord.

Para Eun Kyung, os últimos oito dias foram basicamente treino. Nos estúdios ou em casa, ela parecia ter voltado para a fase de trainee - e talvez nunca fosse deixar de ser, visto que um artista não podia se dar ao luxo de parar. Até porque, eles tiveram um “recesso” forçado considerável. O corpo dela precisava voltar a rotina, então, as atividades estavam a todo vapor: o curso de inglês, as aulas de piano, as aulas de dança - onde treinava vários estilos - as aulas de música e a inclusão de meditação para que ela colocasse a mente em ordem, além de academia leve.

Isso deixava a mente dela bastante ocupada e o corpo trabalhando como uma verdadeira máquina.

Conforme o pai havia dito, Cho Ah e Yena também estavam com aulas nesse estudio, mas como tinham níveis e focos diferentes - Cho Ah era main dancer e ainda tinha a questão de sua perna com sessões de fisioterapia enquanto Yena era rapper - elas não se cruzavam. Cho Ah até tentou mandar algumas mensagens, mas ela também estava envergonhada e triste depois do que aconteceu naquela reunião.

Talvez nem Tulipay sentisse vontade ou tivesse ânimo de responder.

Felizmente uma novidade no fim do dia trouxe uma notícia boa para ela: Sajolord e ela tinham um compromisso extremamente importante para aquele sábado. Veriam Park Jun Sun e tentariam ver os outros meninos também. Isso era algo que ela estava com vontade de fazer há muito tempo, mas o estado clínico deles não permitira - pelo menos até aquele momento. Após tantos bombardeios emocionais, será que Eun Kyung ficaria animada com mais essa tentativa?

Agora era diferente, mas e se ela se decepcionasse de novo?

Bom, só saberia tentando.

Já para Jun Sun, como Do Jae havia prometido, houve recompensas pelo esforço: docinhos para animá-lo. Sua mãe também trouxe roupas novas para que ele pudesse receber suas visitas, bem como o nome da primeira pessoa que estaria ali: o padrinho Sajolord e Eun Kyung - também conhecia como Tulipay Kay. Voltar a ver pessoas tão importantes em sua vida e formação talvez atiçassem um pouco sua ansiedade e ele não conseguisse ter um sono tranquilo, mas a verdade é que ele só precisava encarar com naturalidade.

Não era como se fosse a primeira vez que fosse ve-los na vida - isso se ele tentasse ser otimista. Porque a verdade era mais profunda: era a primeira vez depois de renascer.

Sajolord não foi indelicado de aparecer nas primeiras horas da manhã, por isso Jun Sun e sua família teriam tempo de se arrumar. A rotina começaria com um café da manhã nutritivo - e nem sempre gostoso - e um banho para que ele melhorasse sua aparencia. Sua mãe ajudaria que ele escolhesse dentre as opções de roupa que estavam ali e a irmã faria uma maquiagem bem básica, já que gostava disso.

Por volta das 10 A.M, o carro de Sajolord chegou ao hospital. Pai e filha saíram de modo discreto e seguro, caminhando pela recepção para terem suas identificações antes de seguirem até o quarto-suíte de Jun Sun.
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10/11/2018
Though we’ve been together longer
than anyone else
I still don’t know you

Maybe I haven’t once said a comforting word to you...

Oito dias haviam passado desde a última reunião na IM Music e, desde então, Tulipay Kay esteve afundada em treinos e estudos. Quando não estava cantando ou tocando piano, então dançava, e quando não fazia isto, estudava inglês, treinava na academia (principalmente com exercícios cardiovasculares) ou fazia meditação. A noite chegava e ela estava tão exausta que apenas tomava um banho rápido e se jogava na cama para ter um sono pesado, sem sonhos, que era interrompido antes do sol nascer, pelo despertador a tocar. Ela, então, estava pronta para mais um dia intenso.

Não reclamava, contudo. E nem mesmo era pressionada pelo pai. Por incrível que parecesse, fazia isso por vontade própria pois, desta forma, não teria tempo para pensar ou fazer bobagens e futilidades. Era bom se manter distante de problemas, para variar. Só que, com isso, mantinha-se distante de todo o resto.

Vez ou outra, entre os horários de treinos, trocava mensagens com Moon ou a tia. Eram as únicas que tinham alguma notícia sua naqueles dias, e ainda assim era bem menos que o usual. Apenas o suficiente para saberem que estava viva e… “Bem”. E, embora Cho Ah e Yena treinassem no mesmo estúdio que ela, não tiveram nenhum tipo de comunicação desde a reunião, sequer por telefone. Não seria Eun Kyung que retomaria o contato. Para o bem e saúde mental de todos.

Aos poucos, Eun Kyung foi aprendendo a moldar mais a sua máscara de Tulipay Kay para fora dos palcos e longe das câmeras. Ao contrário da frieza e apatia que passava logo nos primeiros dias, agora dava sorrisos quando precisava, expressava emoções condizentes com os momentos e, de fato, se alguém que não a conhecesse bem interagisse com ela, diria que estava completamente recuperada do choque do acidente e do disband de seu grupo, dentre outros problemas que ninguém além dela sabia que tinha.

Por fora, simpática, receptiva, sorridente, alegre, esbanjando sua fofura habitual, enquanto a voz se tornava mais confiante no canto, a fluência em inglês cada vez mais perfeita, os dedos deslizavam mais tranquilamente nas teclas do piano, o corpo expressando-se de maneira envolvente nas músicas, ora mais suave, ora firme e até mesmo sensual (devia admitir: lembrar do efeito YooChan ajudava muito nessa parte).

Jun Sun e Tulipay: Awaken  Chungha-chungha-41464503-540-245

O verdadeiro orgulho do papai.

Por dentro, permanecia vazia.

O único que parecia perceber que algo continuava mal era Joo Hwan. Entretanto, nada comentava, apenas limitando-se a olhar sua protegida através do retrovisor do carro, enquanto ela fitava as ruas pelas quais passavam, em silêncio. Ela o cumprimentava com palavras gentis e um sorriso receptivo, mas usava o cansaço como desculpa para não conversar. Na verdade, não trocava muitas palavras com ninguém. E, por mais estranho que parecesse, o segurança era a pessoa mais próxima dela no momento.

Na mansão do pai havia um quarto que servia como sala de treinamentos, que contava com isolamento acústico perfeito para os treinos. Nada profissional mas, ainda assim, era um local bom para estudar a música. Dentre diversas utilidades e itens, havia os que ela mais gostava: um espelho grande com uma barra lateral, que servia como apoio para aprender movimentos de dança mais ousados; uma bola de pilates presa em um aro alto, feita para alongamentos e relaxamento do corpo; um piano pequeno e de forma simples, embora fosse profissional; um microfone com caixa acústica e um rádio com auto-falantes potentes.

Quando não estava no estúdio alugado, ficava ali, e não poucas vezes adormeceu em cima das teclas do piano ou deitada de mal jeito no chão, sendo acordada pela Sra. Jeong para que comesse alguma coisa. Esquecia-se de comer com frequência, não tinha fome, e isso preocupava a cozinheira. Todo o peso que poderia ter ganhado nas “ferias” foram perdidos naqueles dias.

Quando o telefone tocou, com a Sra. Park avisando que Jun Sun estava aceitando visitas, Eun Kyung estava trancada neste quarto. Só depois de horas que soube da novidade, quando já estava bastante tarde. SajoLord encontrou a filha a caminho do quarto para comunicá-la sobre o compromisso no dia seguinte.

Ao contrário do que pensou, aquela notícia não a animou como sentiu que deveria. Na verdade, queria rever os oppas desde o acidente, saber de seu estado de saúde, torcer e apoiar pela recuperação de todos os que sobreviveram. E, no fundo, sentia-se aliviada por este dia finalmente chegar, quando reencontraria ao menos um deles, o que esteve em melhores condições físicas até então, seu antigo amigo Jun Sun.

Desde que o rapaz havia sido indicado por SajoLord para o grupo Golden Boys, Eun Kyung criara uma espécie de bloqueio, em uma amizade que antes era genuína e inocente. Jun Sun, agora já adulto e com inúmeras experiências de vida, continuou a ser um rapaz alegre e brincalhão, com um talento inacreditável para a expressão corporal que quase lhe causava uma certa inveja. Bem, ao menos até o acidente…

Ele não teve culpa alguma em seu afastamento. Pelo contrário, mesmo que estivesse ocupado com a agenda do grupo após o sucesso internacional, ele sempre procurou tratar bem a pequena Pixie e tentou se aproximar quando ela própria se tornou uma trainee da IM Music. Foi ela que criou a barreira, por acreditar que ele era um espião, que contaria todos os seus passos para o pai.

Como foi tola… Como se o pai precisasse de um espião para saber o que ela aprontava. Pagava pessoal qualificado para isso. O trabalho de Jun Sun era apenas… Ser um idol.

Sabia que devia desculpas a ele.

E foi com esse propósito que havia acordado naquela manhã do dia 10 de novembro. Não sabia se conseguiria visitar os outros oppas, mas já era muito bom encontrar com Jun Sun e limpar sua consciência dos erros que tinha cometido com ele nestes anos. Foi injusta, tinha que admitir. Não era tarde demais para se reconciliar, era?

Por mais que o pai tivesse dito que iriam para o hospital apenas na metade da manhã, Tulipay Kay já estava de pé às 7 horas da manhã, treinando no quarto/sala de treinamentos da mansão. Por isso foi preciso tomar uma ducha antes de sair de casa. Ao sair do banheiro foi até o closet, escolhendo uma roupa bonita e quente para aquele dia de outono, frio como tantos outros. E, é claro, uma bota de salto alto e maquiagem básica. Na bolsa que carregava consigo, além da carteira, nécessaire e celular, também tinha uma caixa de Pepero, um dos doces preferidos de Jun Sun, que ele costumava levar para ela também comer entre os treinos (escondido do pai, é claro, pois fugia da dieta imposta). Estava pronta antes do horário e, só por esse detalhe, que lembrou que não tinha tomado um café da manhã. Devorou duas maçãs antes do pai aparecer para, finalmente, irem ao hospital.


O caminho, como das últimas vezes, foi feito de modo silencioso. Ela e o pai só trocavam palavras essenciais, embora SajoLord se mostrasse mais falando que a garota. Ela apenas limitava-se a concordar e, vez ou outra, dizer algo. Na maioria das vezes a comunicação era feita por sinais: um menear positivo com a cabeça ou uma troca de olhares bastavam. Ela não se preocupava em ser gentil com ele, apenas profissional. Guardava a simpatia para as outras pessoas: produtores e treinadores da Starfish, principalmente.

Saindo do carro, Tulipay Kay não fazia questão de usar máscaras, a não ser que o pai fizesse questão. De todo modo, aquele caminho seria feito de forma rápida, só o necessário para se identificarem na recepção e, então, seguirem para o quarto onde Jun Sun estava por mais de um mês. Seguiu cabisbaixa até lá, desta vez não com uma expressão triste, mas apenas porque não queria chamar atenção. Não estava em um local propício para tietagens, era bom evitar.

Como reagiria ao rever o oppa, só saberia no momento que ocorresse.
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10/11/2018
Think about it we’ve already gone beyond a lot of things. Remember time goes by and cheers! At this moment we are under the hot sun

Bloom

Quando lhe perguntaram sobre visitas, ele jamais tinha imaginado que seria tão imediato assim. Avisou à mãe assim que lhe perguntaram sobre a possibilidade, mas para ele, os preparativos demorariam mais, talvez ainda tivessem de filtrar sua lista ou limitar o número de possibilidades. Pensou que teria pelo menos uma semana antes de ver alguém além dos médicos que já estava habituado.

Respire.
Foi quando sua mãe voltou de casa com a montanha de roupas solicitada, todas devidamente arrumadas e passadas em uma mala que foi avisado sobre a visita na manhã do dia seguinte. Por mais que não ficasse surpreso com a vontade de Sajolord de visita-lo, ao se olhar no espelho sabia que não se sentia apresentável o suficiente para a presença dele.

Não tinha como negar que a ideia de voltar atrás passou pela sua cabeça mais de uma vez naquele dia e desistir das visitas. A ideia de estar sempre o mais próximo possível da perfeição já tinha virado quase que um mantra para Junsun que não teve o melhor dos seus dias. Por mais que não se sentisse tão ansioso desde quando prometera a si mesmo que não assistiria o noticiário, era como se algo muito grande estivesse entalado em seu pescoço, dificultando que seus pulmões recebessem todo o ar necessário para passar o dia confortavelmente.

Se já não conhecesse os sintomas, teria chamado um dos médicos para ajudá-lo. Como sabia exatamente o que estava passando, preferiu esconder isso da mãe e da irmã, até de Do Jae-ssi, embora algo lhe dissesse que não estava fazendo um trabalho tão bom em fingir.

Já tinha passado exatamente por isso algumas semanas antes, acompanhando fervorosamente o noticiário diariamente e descobrindo sobre o enterro de um dos membros do grupo, a piora no quadro de algum outro mesmo que temporária, além disso tudo, ainda tinha o decréscimo da presença do seu nome na mídia que fazia a sua cabeça ansiosa pensar que o mundo lá fora estava esquecendo da sua existência. Nada disso tinha feito bem para ele e agora estava passando por esses mesmos sentimentos e sensações como antes.

Dormir não foi fácil. Por mais que o sono tornasse seus olhos pesados, ao fechá-los, sua cabeça era inundava por uma torrente de pensamentos de como seria o dia de amanhã, de tudo que poderia dar errado e de tudo que poderiam pensar dele por ainda estar naquelas condições. Um mês no hospital e ainda não conseguia andar direito. Por mais que fosse normal, na sua cabeça, ele deveria dar um exemplo e mostrar um quadro de melhoras ainda superior. Deveria ter se esforçado ainda mais e ter feito menos corpo mole nos primeiros dias.

Todos esses tipos de pensamento o mantiveram acordado até tarde da noite. Por fim, em algum momento acabou adormecendo, mas sem ter a menor ideia de quando tempo além do horário previsto ficara acordado. O resultado, se deu pela manhã quando despertou se sentindo exausto e, ao se olhar no espelho percebeu as bolsas protuberantes por baixo dos olhos e o par de olheiras acentuados chamando toda a atenção errada para o seu rosto.

Como eu posso ficar apresentável assim?  — comentou na frente do espelho fazendo uma expressão exagerada de tristeza, mesmo que a princípio estivesse sozinho no banheiro. Foi surpreendido no instante seguinte pela irmã mais nova que enfiou o rosto nela porta semiaberta (uma exigência) e fez Junsun se agarrar ao IV por um susto leve. — Quantos anos ainda vai demorar para aprender a bater na porta?  — resmungou com uma careta de desgosto, obviamente de um jeito exagerado de propósito. Mas era óbvio que a irmã ignoraria o mau humor matutino de Junsun como sempre fazia quando o oppa estava daquele jeito e mostrou a maleta de maquiagens que tinha trazido naquela manhã. Junsun cerrou os olhos e abriu um sorriso fofo completamente contraditório ao olhar irritado de antes e apertou a bochecha da irmã com uma das mãos de um jeito fofo, mas extremamente assustador — Ok, você salvou minha vida eu preciso estar minimamente apresentável quando o Sajolord-ssi chegar mais tarde. — quando falou aquilo, já tinha voltado ao ar racional e preocupado de antes.

Ainda era cedo e ele tinha muito tempo para se arrumar, mas com a mobilidade reduzida e a preocupação, ele usou cada instante que tinha até o horário combinado. Tomou um banho minimamente descente e pediu ajuda para colocar a roupa escolhida a dedo para a ocasião. Ela era confortável e ao mesmo tempo serviria para disfarçar um pouco da perda de peso do último mês ao mesmo tempo que o deixava com uma aparência agradável. A irmã tinha feito um milagre para deixa-lo apresentável, tanto que quando se olhou no espelho pela segunda vez, agora devidamente pronto, ele se sentiu realmente com a confiança restaurada e pôde respirar fundo com um sorriso no rosto. — Acho que alguém tem um talento natural para isso, dongsaeng!

Jun Sun e Tulipay: Awaken  DYnTEDPXUAALWql

Com uma preocupação a menos. Pela primeira vez desde que recebera a notícia de que Sajolord apareceria naquela manhã, Junsun sentia quase que a mesma confiança de quando estava prestes a pisar em um palco para uma nova apresentação.
Park Jun Sun
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10 de Novembro
RP Mista Valendo  até 3 pontos.
@Nang Eun Kyung; @Park Jun Sun

Hospital. 10:15 A.M.

- Eeeish… - Sora fez um bico no canto dos lábios quando sua calorosa presença foi recepcionada com aquele mau humor. - Oppa é muito mau agradecido! Muito, muito mau agradecido! Eu acho até que vou embora mesmo com… - Propositalmente tinha escondido a mala de maquiagem para fazer aquela surpresinha, mas agora tinha questão de exibir para cutucar o irmão mais velho. - esta belezinha aqui...hunf…

Sacudiu um pouco mais, tentando manter a cara de aborrecida, mas as carinhas que o oppa fazia eram irresistíveis - até mesmo para ela que estava acostumada a viver com ele. Deu uma risadinha fofa, mostrando as covinhas que também tinha. - Kure! Isso não é nenhuma novidade, eu sempre estou salvando sua vida! Isso é o que as irmãs fazem, oppa! Agora arrume-se e venha para minha fabulosa cadeira de maquiagem improvisada. Posso não ser uma profissional, mas tenho meus truques…

Inflou as bochechas e saiu do banheiro, deixando que ele terminasse sua assepsia diurna em paz. O banho seria com ajuda de uma enfermeira mais velha, pois Do Jae não estava de plantão. Sora voltaria tão logo ele estivesse pronto, para ajudá-lo a sair dali junto da enfermeira. Obvio que ela não aguentava todo o peso dele sozinha, mas junto da profissional, davam um  bom apoio. A  ommoni só não estava ali porque fora buscar um pouco de café para si mesma.

Apesar das implicâncias que os irmãos frequentemente trocavam, Sora era uma menina gentil e uma irmã muito carinhosa e protetora. Fã número um de seu irmão, ela mentia ao dizer que ele não era seu bias dentro do grupo - mas era quem se metia nas confusões virtuais para defender a honra dele, mesmo com coisas bobas. Sofreu muito com aquele acidente e não havia um dia que ela não fosse visitá-lo, mesmo com aquela rotina horrorosa de ensino médio da educação coreana. Chegava a ficar das 8h da manhã até as 10h da noite estudando, mas passava ali nas primeiras horas da manhã para vê-lo e, na sequência, seguir para a escola.

Felizmente as primeiras visitas seriam no sábado e Sora poderia ajudá-lo com a maquiagem. Fazia questão disso, tanto que chegou bem cedinho para ficar com ele e servir de apoio.

Uma vez que o trabalho começasse, Sora deixaria que ele visse o instagram de uma das muitas maquiadoras que seguia, porém, gostava mais. - Eu não chego aos pés dela ainda. - Tagarelava. - Mas ela me inspira bastante, olha que trabalho incrível ela fez nos olhos...E ela é linda, né? Não é só por conta da maquiagem. - Era o perfil de uma jovem chamada Luna Minn. - Eu comprei essa base por conta do que ela fez nesse vídeo. A marca é boa mesmo! Também, com o preço que custou, tinha que ser.

Não parava de falar, mas também não parava de fazer seu trabalho-hobby. Quando terminou sua obra de artes, ela fez certo charme e mostrou o espelho. Sorriu orgulhosa e concordou. - Claro que sim, oppa, só mesmo um milagre para melhorar a cara que encontrei no banheiro e...eu to brincando! Olha seu lanchinho!! Coma tudo, hm?

Jun Sun e Tulipay: Awaken  Aeb9bc18be8a442c0219728414a1bf85

Os dois estavam naquele clima descontraído, enquanto Jun Sun ficava numa poltrona reclinável, fora da cama. O soro continuava conectado em sua veia e agora os produtos de maquiagem foram substituídos por um lanche entre o café da manhã e o almoço na mesinha em frente a ele.

...

Sajolord sentia que seus esforços finalmente eram recompensados quando olhava para a imagem de sua filha. Por mais que as lições que ele dera recentemente tivessem doído, ele realmente acreditava que tinham servido para que ela evoluísse de algum modo. Não havia problema nela ser bondosa, generosa, mas o excesso de crença que ela depositava nas pessoas o irritava bastante. Precisou mostrar do que as pessoas eram feitas de verdade: egoístas, mesquinhas, egocêntricas. E que ela já tinha se arriscado muito por acreditar e simplesmente seguir aquelas pessoas.

Não se importava se ela continuaria a odiá-lo por isso. Desde que ela absorvesse aquelas lições e virasse uma versão melhor de si mesma, ele ficava satisfeito. Sabia que a criação dela não fora normal, mas ele fez o melhor que pode como um pai que tinha grandes projetos e sonhos para a filha.

Quando ela fosse mãe talvez o compreendesse.

Mas até lá...Vinha aquele profissionalismo que escondia os sentimentos negativos. E ela simplesmente seguia suas ordens. Melhor assim. Em menos de uma semana, ele já podia notar melhoras.

A exaustão era frequente, mas a vida de um idol - e qualquer profissional - era feita de desafios que precisavam superar. Se ela fosse uma médica, advogada, professora, jornalista, também teria jornadas excessivas de trabalho. Então, ainda que ela dormisse sobre o piano ou precisasse de antiinflamatórios e faixas coloridas para as dores locais, ela não estava fazendo mais do que sua obrigação como uma profissional séria! Somente com o suor do trabalho, ela daria valor às conquistas que viriam no futuro. E também entenderia a competição daquele mundo.

Enfim, depois de uma semana muito agitada e disciplinada, os dois receberam aquela notícia sobre Jun Sun. Somente algo assim faria mesmo com que a rotina dela fosse mudada. E finalmente poderia fazer algo que desejava há muito tempo: rever os oppas. Ou pelo menos tentar ver os outros.

No caminho para o hospital, os dois conversaram muito pouco - nada, para falar a verdade. A música ambiente cortava o silêncio, visto que se não fosse por isso, nem ao menos o motor do carro seria escutado. No hospital, eles seguiram até a recepção, dando os nomes e tendo os seguranças para garantir sua integridade. Sempre havia pelo menos um fotógrafo de plantão - e os curiosos que tiravam fotos. Tão logo eles fossem reconhecidos, haveria certa agitação.

O fotógrafo de plantão começou a disparar flashes e os civis também queriam um registro daquela dupla tão perfeita entre pai e filha. O jornalista chegou a fazer algumas perguntas, algumas notícias que não foram divulgadas ainda, mas as pragas já sondavam.

Uma visita tão repentina significa que o estado de saúde dos rapazes piorou ou melhorou? Park Jun Sun já sabe que a IM faliu? Srta Nang tem alguma previsão de retorno do trabalho? Muitas artistas estão virando para outros talentos, a senhorita teve alguma oferta de um novo dorama? Ei, ei

Os seguranças não deixavam que o jornalista e o fotógrafo - alem de alguns civis, principalmente do Aurum que ainda faziam vigília - chegassem muito perto. Sajolord fazia escudo de corpo em sua filha também, impedindo que se aproximasse dela. Não tinham que responder nada, até porque algumas coisas não podiam ser faladas ainda! Estavam ali para ver Jun Sun e não fazer propaganda.

Tão logo entraram no elevador, Sajolord respirou fundo, aborrecido.  - Bando de abutres. Pior tipo de jornalista que existe… - Mas que eles dependiam também! Tinha que haver uma relação harmonica entre eles, mas geralmente abusavam muito e tornavam a vida dos idols um inferno.

Já no andar destinado a quartos VIPs, os dois logo deram de cara com a Sra Park. A mãe de Jun Sun, Taeri, estava com um copinho de café na mão, diante da máquina instantânea que ficava numa espécie de hall de espera e os elevadores sociais. O queixo caiu quando avistou os dois, mas logo se recompos e colocou um emocionado sorriso no rosto.

- Sajolord-ssi! O senhor realmente veio! - Levou a mão até o peito, extremamente grata. Voltou a atenção para Eun Kyung. - Oh, Eun Kyung...Voce está tão crescida! Não parece mais aquela garotinha….estou mesmo ficando velha.

- Claro que viemos! Não poderíamos deixar de vir
. - Era um dos raros momentos que o pai até mesmo sorria. - Acho que terei o mesmo sentimento quando avistar a Sora…Deve estar enorme.

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- E impossível. Que temperamento difícil que ela tem.

- Filhas… - Sajolord sorriu.

- Mas Eun Kyung é uma princesa. Nunca deu trabalho. O senhor tem muita sorte…Mas vamos, vamos. Junsun já deve estar pronto...Gaja!
- virou-se, mas logo ofereceu. - Voces querem um cafezinho? Só cuidado que vicia, depois do primeiro, voce toma mais uns 30…

Jun Sun e Tulipay: Awaken  SHINee-bts-jungkook

Brincou e começou a encaminhá-los até a porta do quarto.

Junsun e Sora seriam interrompidos com as batidas que a mãe deu do lado de fora. Caberia ao rapaz permitir que a mesma fosse aberta para, finalmente, ter a visão de rostos conhecidos, mas que dava a sensação de que uma eternidade separava. Sajolord e sua filha, Tulipay, estavam ali para visitá-lo.
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10/11/2018
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Bloom

Depois de se conhecerem por tantos anos, não tinha como a irmã mais nova de Junsun não imaginar que ele estava inseguro sobre os julgamentos que poderia receber pela aparência mesmo que fossem silentes. Estava “doente” por assim dizer, mas desde quando isso era motivo para aparecer com uma aparência desleixada na frente dos outros? Que tipo de retorno os fãs lhe dariam se ele fosse visto naquelas condições? Era nessas horas que o rapaz ficava feliz em estar trancado naquele hospital.

Sora poderia ser encrenqueira, às vezes, da mesma forma que ele era com ela, no fundo aquilo não passava de trocas fraternais que eram substituídas por carinho quase que sempre instantaneamente. Daquela vez, a surpresa em ser pego em um momento de tamanha fragilidade o fez ativar seus reflexos para afastar a garota. Não apreciava que mesmo a irmã o visse com uma aparência cansada como aquela, então a tratou de uma forma um pouco mais ríspida, ainda que não fosse séria. Tanto que lhe atribuiu uma careta para que ela se afastasse, mas sumiu assim que descobriu sobre o estojo mágico de maquiagens dela.

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Você não deixaria o Sajolord-ssi visitar o seu irmão com essa aparência de monstro, deixaria? — a mudança de tom entre eles era tão dinâmica que ambos pareciam pequenos esquizofrênicos. Ela podia ser a irmã mais nova, porém ele também tinha sido treinado na arte de ser fofo como todo maknae. — Eu posso tentar correr atrás de você, mas eu provavelmente cairia no chão e alguém teria de ir chamar o médico. Quantas semanas mais vou ficar preso nesse hospital? — da mesma forma que ela fazia um drama exagerado, ele também fazia o mesmo, usando a sua boca chamativa em um beicinho fofo, um charme único que sempre lhe rendia frutos frente aos hyungs.

Com a irmã ‘comprada’ pela sua fofura, e a porta do banheiro devidamente fechada. Ele iniciou – com a ajuda adequada – o seu banho que demorava um pouco mais do que de costume. Ele tinha a tendência de tomar banhos demorados e quentes, enchendo o banheiro de vapor mesmo em dias quentes. Sentia falta de um bom banho relaxante na sua banheira também, a melhora no quadro clínico, entretanto, sempre o animava pela ideia de que não precisaria mais ficar tanto tempo naquele hospital. O único ponto positivo de todo aquele incidente, por mais difícil que fosse acreditar que havia algo de positivo, era o bom tempo que passara com a omomi e a dongsaeng, algo que não fazia desde antes da sua turnê mundial.

Mas uma vez arrumado – e particularmente já se achava bem mais apresentável após o banho e a roupa que tinha escolhido – trocou a cadeira de rodas pela poltrona que a mãe geralmente se sentava para lhe fazer companhia. Fechou os olhos deixando que a irmã trabalhasse da mesma forma que faria se fosse uma profissional. Junsun sabia o básico sobre maquiagem, mas geralmente recebia ajuda dos hyungs em algumas partes.

Aigo! Ela é realmente boa, dongsaeng! E... sim, bonita. — ele foi pego de surpresa pela pergunta de Sora que o deixou meio sem jeito, respondendo de uma forma um tanto quanto mecânica até. Ele mudou de assunto rápido antes que ela pudesse lhe perguntar qualquer outra coisa a respeito.  Ela poderia trabalhar para a IM, ia fazer sucesso! Se é algo que você gosta, deveria se especializar! Vou procurar o melhor curso de Seul quando sair do hospital, araso? — depois de arrastar o dedo várias vezes pela tela do celular, olhando o perfil que a irmã tietava.

Precisava admitir que ao longo de todos aqueles anos, seria impossível se lembrar se aquela maquiadora em especial já havia trabalhado com os GB, mas provavelmente se lembraria do rosto dela ou pelo menos imaginava que sim. — Com sorte e esforço logo poderá estar estagiando com alguém como... Luna Minn! Quem sabe até com ela? Se quiser, claro.  — se apressou a completar enquanto analisava a base entre os seus dedos. — Vai ter que me comprar uma dessas depois, não quer que o seu oppa esteja bonito sempre? Se for uma boa dongsaeng talvez eu te deixe me usar de cobaia para os seus primeiros tutoriais do youtube. — Havia uma coisa fofa na forma como Junsun tratava a irmãzinha. Ele era protetor e carinhoso com ela, além de sempre que estavam juntos, ele lhe dava toda a atenção ao mesmo tempo que incentivava ela a seguir seus sonhos, seja eles quais fossem.

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Quando Sora acabou e pediu para que ele abrisse os olhos, se olhou em um pequeno espelho na sua frente e abriu um sorriso enorme pelo resultado. Não esperava uma melhora tão substancial, pelo jeito tinha menosprezado erroneamente a melhora de Sora. — Você é uma pestinha, viu? Provavelmente qualquer garota da sua idade daria tudo para ser minha dongsaeng e me elogiar o dia todo. — de um jeito infantil, ele deu língua para ela e fingiu que nada daquilo tinha acontecido.

Não demorou muito para que os dois estivessem conversando sobre os assuntos mais aleatórios possíveis enquanto ele comia. Brincava e provocava ela sempre que possível e ao mesmo tempo tentava empurrar parte da comida para ela, principalmente o que ele gostava menos já que ele podia ser bem chato com a comida. Enquanto ainda comia, a conversa de ambos foi interrompida pelo bater na porta. Sua mãe tinha saído, mas imaginava que ela não teria batido.

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Antes que Sora se levantasse para abrir a porta, Junsun fez um sinal para que ela permanecesse sentada. — Está tudo bem, eu quero fazer isso — talvez não fosse a melhor das ideias se levantar por conta própria, mas ele tinha o apoio do IV para usar de apoio, além dos móveis do quarto para manter o equilíbrio. Queria que Sajolord o visse em bom estado e ficasse feliz, mesmo pelo esforço, então a porta precisaria esperar um pouco mais. — Já estou indo. — Gritou de leve para que os outros ouvissem do outro lado até que ele pudesse se arrastar e abri-la de pé. Do Jae-ssi provavelmente o mataria quando descobrisse que ele tinha se arriscado assim.

Annyon haseyo! — comentou com um sorriso no rosto ao mesmo tempo que abria a porta por conta própria com uma das mãos enquanto a outra servia de apoio. Ninguém precisava saber do esforço que ele fazia para ficar de pé, só a mãe provavelmente estaria ciente disso.
Park Jun Sun
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10/11/2018
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Era óbvio que haveria pelo menos um fotógrafo ou jornalista de plantão. Neste caso dois estavam lá. Por mais que a mídia estivesse relativamente calma no sentido de perseguição (pelo menos com Tulipay Kay), o acidente dos Golden Boys ainda era um evento traumático para toda a Coreia, e todos queriam saber mais notícias sobre aqueles que tinham sobrevivido. Parecia natural tentar uma abordagem de duas pessoas que poderiam dar alguma notícia de primeira página, apenas por serem fotografados entrando no hospital.

SajoLord seguiu categórico, sem sequer vacilar o olhar na direção do homem. Já Tulipay Kay, embora muito tímida, costumava ser gentil com os profissionais da mídia, não para ter uma imagem de boazinha divulgada, mas apenas porque imaginava que aquelas profissões eram bastante desgastantes, e um pouco de gentileza não fazia mal a ninguém. Por isto, abanou com uma das mãos e deu um sorrisinho simpático na direção da câmera.

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Foi o suficiente para que as pessoas achassem que poderiam ser mais invasivas. Agora, além de milhares de flashs disparando em sua direção, o jornalista também fazia perguntas bastante específicas, sugerindo que ele sabia mais do que deveria, e apenas aguardava uma confirmação deles. Os seguranças, contudo, não deixaram que ele, o fotógrafo ou os fãs dos Golden Boys (que ainda estavam de vigília) se aproximassem mais do que deveriam. Até mesmo SajoLord usou do seu corpo para proteger a pequena e frágil Eun Kyung.

Como uma cúpula protegendo uma tulipa.

Instintivamente, Pixie se encolheu, aceitando a proteção do pai. Ao contrário do que ele deveria pensar, ela não o odiava. Ainda tinha bastante raiva por ter sido ameaçada com tanta assertividade, mas esta era direcionada para si mesma, não para SajoLord. Odiava a si mesma por ter se colocado em uma situação tão delicada que tinha dado a oportunidade perfeita para que começasse a fazer exatamente o que queria: seguir os seus passos.

Eun Kyung simplesmente não conseguia odiar ninguém além de si mesma.

E era por esse motivo que tinha treinado tanto nos últimos dias, até a exaustão física e mental. Não pensar ajudava a manter a sanidade. Pensar só a deixava mais triste, com mais raiva, mais culpa. Não sobreviveria se não encontrasse uma maneira de se proteger de si mesma. A carreira foi a melhor escolha que tinha em mãos.

Uma vez no elevador, o pai soltou uma pequena reclamação sobre os abutres da mídia. Pixie limitou-se a permanecer em silêncio. Talvez por ter crescido já envolvida nesse mundo, com repórteres e fotógrafos perseguindo sua família sempre que podiam, ela já tinha se acostumado. Também tinha pouco tempo desde o debut, então não tinha sofrido os ataques incessantes dele tanto quanto os demais idols veteranos. Então não chegavam a ser um incômodo, a não ser que ela realmente tivesse que falar alguma coisa. Aí a timidez atrapalhava bastante, mas geralmente bastava apenas sorrir e acenar.

Sorria e acene.

Tão logo saíram no andar dos pacientes VIPs, já se depararam com a senhora Park pegando um café para si. Eun Kyung se aproximou, ligeiramente atrás do pai, e cumprimentou a mulher com um sorriso e uma mesura respeitosa. Ela e SajoLord trocaram frases um com o outro, mas a sra Park logo se voltou na direção da garota.

-É muito gentil de sua parte, senhora Park. - Ela fez outra mesura, agradecendo o elogio sobre “estar crescida”, “ser uma princesa” e “nunca deu trabalho”. No primeiro teve vontade de fazer a mesma piada que usou com a tia há um mês, quando disse que na verdade continuava do mesmo tamanho, só que não tinham tanta intimidade assim, apesar de a conhecer quase a vida toda. Nos demais apenas corou, já que sabia que o pai devia discordar completamente dela. - Talvez mais tarde, obrigada. - Agradeceu pela sugestão do café, mas estava evitando cafeína cedo da manhã, não queria uma gastrite ou algo assim ao longo do dia.

Não demoraram muito ali, logo seguindo para o quarto onde Jun Sun esteve desde o acidente. Eun Kyung mordeu as bochechas, formando um biquinho fofo com a boca. Tinha que admitir, estava um pouco nervosa. Será que o oppa estava mesmo bem? Será que estava se recuperando de verdade? E como estava reagindo em relação aos seus hyungs? Tantas perguntas em um curto espaço de tempo a deixaram mais ansiosa do que deveria. E mais triste também.

Era mesmo uma puta egoísta dramática. Se achava que sofreria com a separação do BubbleGum, o que restava estão para Jun Sun, que havia perdido seus colegas de maneira tão trágica? Respirou fundo. Não era bom pensar nisso agora, como uma boa amiga (que tinha sido no passado, ao menos), era seu dever estar bem para apoiá-lo em um momento tão difícil. E deixar o drama pessoal de lado, como sempre.

Então a porta aberta e a visão de um sorridente Junsun. Embora estivesse apoiado com uma das mãos, ele parecia saudável (na medida do possível) com a maquiagem em seu rosto. Mas não foram esses detalhes que a prenderam, mas o sorriso simpático em seu rosto. Era impossível não retribuir o gesto.

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-Annyeonghaseyo, Jun Sun oppa. - Ao dizer isso, fez um gesto com ambos os braços, em um sinal de cumprimento. - Estou tão feliz de te ver, oppa! Como está se sentindo? - Eun Kyung, ou melhor, Tulipay Kay, utilizava sua máscara de “tudo está maravilhoso” da melhor maneira possível, mas sem parecer desrespeitosa com a situação de Jun Sun. Não pretendia falar muito, mas tê-lo visto logo no início com aquele bonito sorriso e deixou mais confiante para tal.
Nang Eun Kyung
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10 de Novembro
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@Nang Eun Kyung; @Park Jun Sun

Hospital. 10:19 A.M.

Dentro do quarto, Jun Sun era o manequim preferido de Sora. Durante a maquiagem, ela brincou que faria monocelhas nele, se ele continuasse a perturbando ou sendo dramático daquele jeito. Os dois eram muito unidos, apesar da diferença de idade e o maknae dos Golden Boys sempre seria o ídolo máximo da garota. Tinha muito orgulho de ser a irmãzinha dele! E isso desde sempre, mesmo antes do sucesso. Até porque era impossível não gostar de Jun Sun, ele carregava aquela aura adorável e protetora, de modo que era um privilégio e uma honra ser a irmã dele.

Sora tinha dito isso e muito mais desde que quase perdera o irmão. Mas agora que o vaso ruim, felizmente não havia quebrado, eles voltavam a programação normal de brincadeiras entre si.

Quanto ao curso de maquiagem, ela até se animou com isso, mas sendo sincera, ainda estava muito confusa sobre o que fazer. Havia tantas coisas que gostaria de fazer, mas olhando agora para o irmão, talvez ela gostasse de fisioterapia. Se isso pudesse ajudá-lo, seria uma forma de retribuir todo o bem que ele fazia para ela. A verdade era que Sora tinha talento para ser o que quisesse e isso abria um leque gigante de indecisões. O triste é que ela tinha pouco tempo para decidir, agora que estava com 18 anos.

Mas o canal no youtube a fez travar e pensar um pouco- Não é que é uma boa ideia? Até para você, claro, se deixarem você fazer isso…

A agência, no caso.

Com a maquiagem pronta e bem feita, eles tomaram um tempo para um lanchinho. A irmã apenas beliscou algumas coisas, mas não quis abusar da boa vontade dele. Deixou que ele se alimentasse bem e conversaram sobre muitas coisas aleatórias até que ouviram a batida na porta. Imediatamente, ela se levantou, mas parou quando o irmão fez aquele pedido.

- Aigoo, ommoni vai me matar… - Disse meio receosa.

Mesmo que confiança que o irmão conseguiria caminhar, ainda que lentamente, naquela curta distancia da poltrona até a porta, Sora foi acompanhando apenas para amparar ou como apoio moral. Já do lado de fora, a Sra Park olhava desconfiada para a demora deles.

- Eish, o que esses dois estão fazendo?
- Colocou a mão na porta e estava prestes a bater de novo.

- Deixe...Não estamos com pressa. - Sajolord, logo ele, a acalmou e esperou com bastante paciência.

Eis que a porta finalmente foi aberta e, para a surpresa deles, era Jun Sun quem abria. A mãe ficou chocada, irada e feliz, tudo na mesma proporção e passando por seu rosto em questão de segundos. Sora queria se esconder, mas Sajolord e Eun Kyung estavam encantados. O sempre tão sério artista até mesmo sorriu, mas foi a filha quem começou a falar.

- Minha filha tem razão! Estou muito feliz por vê-lo, Jun Sun! Mas voce não deveria fazer tamanho esforço, rapaz...Vamos nos sentar…

-Jun Sun!! - A mãe disse entre os dentes- Esse menino é impossível!!

- O que esperar de um rapaz que aprendeu a correr antes de andar? Voce está bem? Gostaria de ajuda para se sentar?

Perguntou, gentilmente, num bom humor raramente visto por Eun Kyung nos últimos meses. Jun Sun retornaria até a poltrona, que ficava numa espécie de salinha do quarto vip. Havia puffs e um sofá de dois lugares que foi ocupado por pai e filha. A mãe ocupou uma dos puffs e Sora ficou de pé, atrás da poltrona de Jun Sun, meio envergonhada.

Aguardariam ele responder as perguntas de Eun Kyung e interagir um pouco com ela também.

[Dependendo do diálogo de voces dois, eu deixo seguir duas rodadas de interação entre Jun Sun e Tulip antes do meu proximo turno. Fiquem a vontade, pois eu aviso no grupo!]
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Você sabe que mais cedo do que tarde, eu vou me vingar, não, sabe, dongsaeng? — ele repreendeu a irmã com uma expressão de oppa malvado que simplesmente não combinava com a fisionomia dele independente de quanto ele tentasse se esforçar. Junsun era um resmungão de natureza e fazia um beicinho fofo de chateado por causa das brincadeiras de Sora que supostamente o deveriam ficar nervoso com o resultado da maquiagem.

Por mais que ele brincasse e provocasse a garota o tempo todo, ele tinha plena confiança que não sairia como uma boneca e nem mesmo com uma monocelha estranha, ainda assim brincava com ela o tempo inteiro para manter o clima descontraído enquanto ela salvava o dia.

Agora que eles terminaram e ele podia prestar atenção na dongsaeng, Junsun podia reparar na animação contida e na indecisão da garota, ainda que não soubesse exatamente o motivo. — É claro que você não precisa fazer se não quiser, tome seu tempo. — ele apoiou as duas mãos atrás da cabeça numa pose bem descontraída para continuar falando com a irmã com a naturalidade que tinha numa tentativa de tranquilizá-la. — Nós podemos fazer isso. Quer dizer… se você não perguntar nada comprometedor, tenho certeza que eles não vão negar um pedido do seu oppa fofinho com ele todo quebrado, não é mesmo? Seria maldade demais até para eles.

Ok, talvez não fosse tão simples assim, mas ele sempre tinha uma carta na manga e de fato ele poderia bancar o pobre idol incapacitado. Independente de quanta ‘chantagem’ ele precisasse fazer. Se havia uma coisa que ele não se permitia nesse mundo era não cumprir uma promessa para a sua família depois de tudo o que tinha passado. No final ele sempre podia tentar escondido, em um dia de folga e lidaria com as consequências depois.

Junsun não percebia isso naquele momento, talvez uma luz se acenderia sobre sua cabeça semanas ou até meses depois e ele notaria que o acidente, a proximidade com a família, a perda dos hyungs, a reclusão do mundo… tudo aquilo o deixaria mais emocional do que ele estava acostumado. A sensatez normal não se aplicava à sua lógica de pensamento, o que poderia ser perigoso se ele estivesse lá fora, no mundo real, mais ainda se ele absorvesse as notícias do mundo exterior o que aconteceria mais e mais agora.

O bater na porta que se seguiu era a perfeita tradução daquele momento: o mundo lá fora pedindo passagem para entrar de novo na sua vida e foi enchendo o pulmão de ar que ele deu o primeiro passo.

Não teve tempo de responder Sora num primeiro momento, o esforço de se levantar não permitiria. Ele apenas ergueu os olhos para alcançar os dela e deixar claro que precisava daquilo. Seu orgulho dependia de mostrar que estava se recuperando. A conversa com Do Jae no dia anterior ainda martelava na sua cabeça. Suas novas responsabilidades lhe tiravam todo o direito de se recostar e esperar que a melhora caísse em seu colo.

Esforço. Dor. Mal estar. Cansaço.

Junsun tinha tudo aquilo no rosto, mas passo a passo ele se aproximava da porta. Nem mesmo um carro desgovernado ou uma ponte o pararia, não hoje. Estava com um pouco de falta de ar quando alcançou a porta. Não a abriu de cara. Não por dificuldade, mas porque queria de fato parecer bem. Queria que o sorriso no seu rosto dissesse sublime: eu estou bem.

A primeira coisa que viu foi a pequena Eun Kyung e seu sorriso enorme do outro lado da porta. Ele manteve o sorriso por mais um longo momento. Não tinha certeza se ela apareceria também, não depois que tudo tinha mudado entre eles, mas estava absolutamente feliz em vê-la ali. Não imaginava que depois de todo aquele tempo ela estaria tão... animada em vê-lo. Ele ficou internamente confuso tentando entender o que acontecia. Por outro lado ele tinha problema maior no momento. Problema ali no hospital? Sim, o esforço de ficar em pé estava sendo cobrado. Como estava se sentindo?

Realmente precisando me sentar. — assumiu com um pouco de vergonha em dizer aquilo, dando uma pequena risada sem graça, as bochechas esquentando brevemente. Ainda assim, não falou aquilo com pesar, mas de um jeito totalmente descontraído e brincalhão, embora a mensagem por trás fosse verdadeira. Ele prontamente aceitou a ajuda de Sora para apoiar parcialmente o seu peso, a garota era pequena demais para Junsun e ele manteria boa parte do esforço para si, mas aquilo por si só já era mais do que o suficiente.

Ouviu a exclamação, parcialmente horrorizada da mãe. Como se já tivesse tudo planejado na sua cabeça, ele respondeu tão rápido que a Sra. Park nem tinha terminado a sua fala. — A Sora-donsaeng não quis abrir a porta! Não tenho culpa se ela é uma preguiçosa! — jogou toda a culpa na irmã, por mais perigoso que isso pudesse ser com ela o mantendo de pé, pelo menos sabia que ela não teria coragem de bater nele dessa vez. Não muito forte…

Mas antes que eles pudessem conversar apropriadamente e ele pudesse agradecer pela visita, ele deixou o assunto temporariamente de lado para se sentar. Dessa vez, com ajuda, ele não demorou tanto para se sentar e ficou estampado em seu rosto o alívio sentido. Ele tomou um tempo breve para recuperar o fôlego apropriadamente.

— Kamsahamnida, Sajolord-ssi, mas eu estou ótimo! Não precisam se preocupar comigo. É só questão de tempo até receber alta. Só não faço ideia de quanto tempo isso ainda vai levar. Estou me recuperando… bem, como podem ver. — Talvez um pouco mais lento do que ele teria orgulho em anunciar em voz alta. — Se viessem em uma semana provavelmente já poderia atender a porta plantando bananeira. — Ok, Junsun não conseguiria fazer isso nem mesmo antes do acidente, mas seu objetivo era evitar que um clima se instalasse no seu quarto de hospital.

Fico realmente contente que puderam arrumar um tempo na agenda para me visitarem. Me sinto importante que Sajolord-ssi veio com tanta urgência. E Eun Kyung-dongsaeng! Você deve estar tão ocupada com ensaios… programas de tv… e a agenda de shows? Como estão as meninas? Não acontece muita coisa por aqui, sabe? Não me escondam nada, Arasso? — E foi só eles se sentarem que Junsun os atingiu com uma metralhadora de perguntas. Afastado tanto tempo da internet, agora ele sentia a sua ansiedade o deixando nervoso para finalmente saber o que estava acontecendo lá fora, independente do que as notícias pretensiosas dos jornais.
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Não foi apenas Eun Kyung que parecia surpresa com a visão de Junsun abrindo a porta, aparentando uma melhora significativa em seu estado de saúde: SajoLord demonstrou tanta alegria ao vê-lo quanto ela. Não só isso, a Sra Park se surpreendeu e chegou mesmo a chamar a atenção do rapaz.

O grupo logo foi até a espécie de sala adjunta do quarto, Junsun ficando na poltrona mais confortável por motivos óbvios. Eun Kyung aguardou que os outros tomassem seus lugares para então se sentar no sofá, ao lado do pai. Sorriu para a irmã mais nova do oppa, cumprimentando a envergonhada garota. Tadinha, ela ainda tinha levado a culpa por ter deixado o irmão abrir a porta.

-Omo! Então vou vir na semana que vem pra ver essa sua nova habilidade! - Riu quando Junsun falou sobre plantar bananeiras. - E aí quem sabe pode me ensinar depois, como me ensinou a dançar. - Seu sorriso se expandiu, de forma que seus olhos viraram dois risquinhos. Não tinha sido ele exatamente seu professor, mas ajudou bastante nas suas primeiras aulas, quando os dois eram crianças. Tinham apenas 3 anos de diferença, afinal.

Com as outras perguntas, o sorriso tão amplo em em pequeno rosto começou a diminuir aos poucos. Mordeu os dois lábios, dando uma rápida olhada para o pai. Então Jun Sun ainda não sabia de nada? Não era justo ficar escondendo essas coisas dele, porém entendia em certo ponto: ele precisava se focar em sua melhora física e mental, antes de saber das inúmeras consequências após o acidente.

Mas por que tinha que ser ela a dar as más notícias?

-Eu estou tentando visitar você e os oppas desde o dia do acidente, na verdade… Então é claro que, assim que recebi a notícia que poderia vir, eu não pensei duas vezes em cancelar meus compromissos. Nós não estamos tendo programas de TV ou shows, apenas ensaios e treinos, então não foi nem um pouco difícil deixar de ir. - Deu um sorriso para ele mas, ao contrário do anterior, esse parecia quase triste. Respirou fundo, agora o sorriso (mesmo o triste) já havia desaparecido por completo do rosto. Teria que responder as outras perguntas, essas bem mais difíceis, para ambos.

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-Ah, Junsun-oppa… As meninas estão bem, creio eu. Cada uma de nós agora busca o seu próprio sonho, de maneira individual. Dessa forma, cada uma acabou indo para um lado diferente… - Era uma maneira bem suave de dizer que o grupo tinha dado disband. Só que ela não sabia até que ponto podia falar, não por ser segredo, mas por poder prejudicar a melhora significativa do amigo. Embora tentasse ao máximo ter uma expressão de que estava tudo bem, foi impossível esconder a tristeza de ter se separado das meninas.

-Todas nós estamos torcendo pela sua recuperação. E eu fico mesmo muito feliz que você está melhor. Deve ter sido difícil esse último mês para você oppa. Então me deixe saber se precisar de alguma coisa, araso? - Ela tentava mudar de assunto, pois não queria falar de coisas tão tristes ou preocupantes. Muita coisa havia mudado no mundo do kpop desde o acidente, não só de maneira geral, mas com a própria Eun Kyung em si. Só que ela não queria falar sobre isso logo na primeira visita, sendo a primeira pauta do dia…
Nang Eun Kyung
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10/11/2018
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Bloom

Por mais que Junsun soubesse que no primeiro instante em que ficasse sozinho com a mãe e a irmã, Sora provavelmente pularia em cima dele e o atacaria por mentir na frente de Tulipay e do Sajolord-ssi enquanto sua mãe a ajudaria com uns tapas por ter se esforçado tanto. No fundo essa era a hora que ele acordaria de um pesadelo. Tinha sorte do seu estado de saúde, mesmo que estável, ser o suficiente para apenas ser repreendido pela mãe. No dia seguinte, Do Jae-ssi também ficaria sabendo e todos os médicos. Ele receberia o mesmo sermão várias vezes de pessoas diferentes. Sua cabeça já até doía.

Mas ele não se arrependia de nada. Tinha até um sorriso bobo no rosto. Talvez a mãe ficasse tão feliz que esquecesse da bronca. Será?

Algumas coisas não devem ser passadas adiante, jovem aprendiz. — Disse num tom divertido e piscou para Eun Kyung com um sorriso de brincadeira no rosto que não durou muito tempo. — Talvez ainda demore um pouco para voltar aos treinos para valer, sabe? Quem sabe eu possa passar e te ajudar com algumas dicas importantes. Ainda tenho uma coisa ou duas que eu possa te ensinar antes de você me superar, dongsaeng. — ele não precisava sair por aí dando piruetas para ajudar alguém a melhorar um passo de dança. Além do mais, já tinha ido a tantos programas de entretenimento, que poderia se considerar um dançarino profissional de coreografia de grupos femininos também. Ele riu e não foi só nos seus pensamentos quando se lembrou disso. Pelo menos parecia que ele estava brincando com a garota. A memória martelou na sua cabeça.

Jun Sun e Tulipay: Awaken  Tenor

Não demorou nem mesmo um instante para que ele se arrependesse de ter rido. Reparou em como o sorriso contente de Eun Kyung se desfez. Ele ficou perdido e olhou para Sajolord em busca de uma explicação com o olhar. Tinha machucado a dongsaeng com o comentário? Ele ficou visivelmente incomodado e preocupado.

No início, não conseguiu focar seu olhar no dela, procurando qualquer ponto do cômodo para se fixar. Não deu muito certo também. Ele não conseguia ser covarde o suficiente de deixá-la desamparada para responder uma pergunta que era sua. —Não sei se isso vai te deixar melhor, de alguma forma, mas… eu ainda não consegui ver os hyungs até agora… mas é questão de tempo até eles acordarem… quer dizer… eu gosto de imaginar que sim. — Junsun mordia com um pouco de força o interior da bochecha, sentindo como se o café da manhã se remexesse sozinho no estômago. Não sabia o quanto de informações eles tinham lá fora.

Ele se mexeu desconfortável na poltrona e se inclinou para a frente, fazendo menção de que lhe faria um gesto para consolá-la, mas desistiu quando ela prosseguiu e ele não sabia mais o que estava fazendo.

Quando ela prosseguiu, num primeiro momento ele achou que Eun Kyung se referia ao tempo de luto que todos os grupos tinham entrado. Não estava sabendo como isso estava funcionando na prática já que seguia sem assistir a televisão. As coisas ficaram mais claras na sua cabeça quando ela prosseguiu. Ou ficaram ainda mais confusas?

Um disband? Tão cedo? Ele se lembrava que as garotas estavam indo bem antes dele ser internado. Ou sua cabeça tinha batido tão forte contra o asfalto que agora estava tendo amnésia. Talvez devesse chamar um médico? Não, claro que não. Ele desviou o olhar da garota para Sajolord por um instante querendo saber o que estava acontecendo, mas depois se fixou na mãe e na irmã por um tempo maior. O que elas estavam escondendo esse tempo todo? A cada nova resposta da dongsaeng, ele criava três perguntas extras na sua cabeça.

O que exatamente vocês não estão me dizendo? Estou confuso.
Park Jun Sun
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10 de Novembro
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@Nang Eun Kyung; @Park Jun Sun

Hospital. 10:25 A.M.


A sentença de morte de Jun Sun foi assinada no instante em que traiu sua irmã na frente não apenas da ommoni, mas da bias dela e do todo poderoso Sajolord. Sério, Sora ia acabar com a reputação dele, expondo todas as fotos podres que ele tinha e desmoronando aquela aparência linda que ele tinha. Em breves segundos, a irmã pensou nas mil e uma formas de destruí-lo e como sentiria prazer em fazer isso. A mãe não acreditava em Jun Sun, mas gostaria de bater nos dois, na frente de todo mundo mesmo! Não importava se estavam na frente do Presidente ou do Papa!! Seus filhos a tiravam do sério!!!!!

Mas Sajolord deu uma brevíssima risada, completamente relaxado. Ele tinha um carinho especial pelos Park, por motivos que iam além da compreensão das duas estrelas ali presentes - sim, porque havia muito do appa que a princesa Eun Kyung desconhecia. De certo modo, Sook tem absoluta razão ao dizer que ela era filha dele mesmo - não apenas pela biologia, mas pelo comportamento, mesmo que ele tenha dito isto pelos motivos errados.

Enfim, Sora e Jun Sun só escaparam dos tapas porque Sajolord sinalizou que estava tudo bem. Os cinco tomaram seus lugares naquela pequena sala anexa ao quarto - a suíte parecia mais um apartamento de solteiro de tão espaçoso e equipado que era.

Pai e filha ficaram lado a lado, porém espaçados, no sofá de tres lugares enquanto Sora e sua mãe se sentaram no de dois. Jun Sun tinha a confortável poltrona para si e já podia sentir o alívio nas pernas por relaxarem após o esforço físico.

A conversa começou num tom bastante amistoso e agradável. Eun Kyung era uma menina iluminada - tinha uma aura de fofura que Jun Sun não era capaz de competir. Ela não forçava carinhas aegyos para atrair a simpatia, na verdade, havia uma aura que gerava a vontade no outro de protegê-la, pois ela parecia delicada como uma flor. Jun Sun, contudo, não ficava atrás no quesito beleza, pois ele tinha algo de extraordinário que deixava meninos e meninas corados por encarem por tanto tempo. Enquanto o sentimento de proteção seria plantado em Jun Sun - não seria difícil de assimilar Tulipay com Sora, visto que as duas tinham quase que a mesma idade - Tulipay perceberia que o oppa tinha crescido mesmo e o acidente não o deixou menos bonito. Podia não existir uma atração, mas dava um pouco de ansiedade encará-lo por muito tempo.

Era esse tipo de sensações que pessoas extraordinárias provocam na outra.

E a conversa também seguiu por um caminho que não ajudava muito. Sajolord deu um pequeno suspiro, olhando para a mãe do rapaz. Ela tinha abaixado um pouco o olhar, mas não tinha como negar a palavra ao antigo patrão. Sora estava demonstrando sinais de ansiedade ao roer de leve a unha, aguardando o desfecho. Foi um leve menear da sra Park que fez Sajolord se mexer de novo.

- Nosso intuito hoje era simplesmente ver como estava sua saúde. - Sajolord comentou de modo suave, mas a expressão séria. - Estivemos preocupado com você e os rapazes durante todo esse período, mas respeitamos o pedido da família, limitando a visita. Ficamos muito felizes por você finalmente se sentir confortável com visitas e era claro que abriríamos qualquer brecha em nossa agenda para vê-lo. - Pigarreou, ajeitando-se no sofá. - Sua recuperação é surpreendente e me deixa aliviado e otimista. Também pensava em voltar noutro momento para podermos conversar, mas creio que seja justo explicar o que aconteceu…

Manteve os olhos no rosto de Jun Sun.

- O mundo mudou depois do acidente, Jun Sun. E a IM Music não foi capaz de suportar os ônus da situação e decidiu usar todo o dinheiro que sobrou para a indenização das famílias do Golden Boys, bem como os civis que morreram naquele dia. - Suspirou. - Ela fechará as portas, mas entrou em contato com outras agências para proteger o contrato de seus artistas. Starfish, Moonstone, Cassiopéia e Chameleon são as agências que aceitaram os termos da IM… - Engoliu em seco. - A IM se certificou de que voce e sua família poderão viver confortavelmente por gerações, caso não seja mais seu desejo fazer parte da mídia. No entanto, se for sua vontade continuar expondo seus dons e compartilhando sua arte para o mundo...Eu quero que saiba que você não estará sozinho. Se for do seu desejo, eu serei seu agente e não apenas uma referencia. Assim como cuido da carreira da minha filha, cuidarei da sua e também faria um bom contrato com a Starfish, empresa que confiei a segurança da minha filha.

Fez um pouco de silencio.

- Sei que é muito para absorver de uma vez só, por isso gostaria de ter dito noutro momento. Mas voce terá todo o tempo do mundo para pensar, eu me certificarei disso, pois é uma promessa que eu faço.
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Junsun já tinha falado aquilo sobre a irmã sabendo mais ou menos qual seria a reação dela. Provavelmente haveria represálias mais tarde e ele estava ciente disso. A implicância entre os dois era constante e alvo de muita dor de cabeça para a mãe quando eles eram menores. De certa forma, era uma vingancinha pela irmã tê-lo provocado mais cedo sobre sua aparência quando ele já estava insegura quanto a ela.

A única parte que ele realmente se preocupava era em relação à bronca que levaria da mãe mais tarde por ter se levantado sozinho para abrir a porta. Essa preocuparia ele independente de quantos anos ele tivesse ou se já fosse casado e com filhos, um futuro certamente incerto para Park Junsun. Naquele momento, dera um sorriso forçado para a mãe, declarando-se oficialmente culpado, enquanto provocava Sora com uma expressão discreta por trás de seus olhinhos diminutos. Normalmente ele tinha uma personalidade fofa, mas sabia ser um pequeno demônio na companhia dela.

A ousadia viria mais tarde para cobrar o seu preço por ter se esforçado tanto sem necessidade. Ele já sentia vontade de chorar imaginando como seria a fisioterapia e se conhecia bem… levaria uma bronca. Não conseguiria manter o segredo quando a língua afiada de Sora estava preparada para dar o bote no primeiro instante. Seria difícil comprá-la daquela vez independente de quantos presentes oferecesse. Aquela pequena endiabrada…

As notícias recebidas não foram das melhores. Em parte porque perdeu o temperamento de uma forma que era proibido de perder. Ele tinha sido doutrinado na arte de se comportar em público, mas o calor do momento o fez acusar seus familiares diretamente na frente de Sajolord e Eun Kyung. A forma que a notícia lhe foi passada deu a entender que pelo menos sua mãe deveria ter ciência daquilo tudo em algum grau e ele a culpava por esconder informação de tamanha importância.

Por outro lado, havia o sofrimento de Eun Kyung que ele estava deixando de lado e aquilo o fazia também se sentir culpado. Ele largou mão dos seus próprios sentimentos e inclinar o corpo para a frente o suficiente para apoiar sua mão nas costas das mãos dela de um jeito atencioso e protetor. — Eun Kyung-ah — ele começou da sua própria maneira fofa de ser. — Eu nunca passei por um disband, mas você deve saber o quanto foi difícil para mim e os seus oppas no início. — ele apertou de leve a mão dela com um sorriso reconfortante — E olha quão alto conseguimos voar antes disso tudo. — Eles tinham sorte de estarem sozinhos num quarto de hotel e não em uma coletiva de imprensa. A forma como ele olhava para Tulip poderia ser interpretada de várias formadas erradas.

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A forma que Junsun falava com a dongsaeng era fofa e protetora, seu sorriso era cativante e caloroso a ponto de seus olhinhos ficarem ainda menores e quase sumirem. Fofo da sua própria maneira. Mas se as fanfiqueiras de plantão que shippavam os dois vissem uma cena dessas, eles sem dúvidas teriam material  pelo resto da carreira dos dois. — Só me prometa que não vai desistir, arasso? — ele inclinou a cabeça levemente para o lado, enfatizando a última palavra enquanto esperava uma resposta positiva dela antes de concluir com uma voz bem mais animada. — Fighting!

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Por outro lado, quando ele voltou a atenção para Sajolord, o seu rosto endureceu quando percebeu que as notícias não seriam das melhores. ele pareceu desconfortável e se mexeu na poltrona tentando achar uma posição que parecesse casual e não preocupada. Não conseguiu nem de perto. A notícia foi sendo dada como um soco na cara, ou uma sequência de socos sempre que uma informação nova era recebida. Ele dera sorte em estar sentado confortavelmente.

Dinheiro. O mundo, no fim, se resumia a dinheiro. Ele não negaria o quanto aquilo tinha facilitado a sua vida. A felicidade e o conforto que pôde oferecer à sua mãe e irmã. O dinheiro tinha seu mérito, mas nem tudo era dinheiro. O que ele faria com uma tonelada de wons aos 22 anos de idade? A resposta era difícil e ele ficou calado por um longo momento. Mordeu o lábio inferior com mais força do que gostaria. Deu um breve olhar para sua mãe e pela irmã. Imaginou que elas ficariam contente se ele voltasse a ter mais tempo para elas. Seria essa a resposta que receberia se perguntasse?

Sajolord-ssi? O senhor disse que eu poderia ir para a Starfish quando eu me sentir melhor. Os meus hyungs também vão ter essa oportunidade quando eles acordarem? — Por mais que a sua situação fosse diferente dos outros e por mais que ele duvidasse que todos teriam o mesmo tipo de recuperação como a sua, demorada, mas eventualmente completa, eles mereciam a chance de continuar se fosse a vontade deles. — Eu me sinto realmente honrado pela sua preocupação, Sajolord-ssi, em te ver lutando por mim, mas o que a aurun vão pensar de mim se eu simplesmente abandoná-los? O que eu vou pensar de mim se eu simplesmente abrir mão deles?

Por mais que ele não precisasse dar respostas naquele momento, como ele sequer conseguiria pensar em algo do tipo quando havia tantas perguntas nublando o seu julgamento? Dava para ver em seu olhar que ele estava consternado e aflito. Seus olhos brilhavam em excesso, mas não parecia que ele chegaria a derrubar uma lágrima (naquele momento).

Junsun não é ninguém sozinho, sem os Goldenboys. — ele então abaixou a cabeça focando seu olhar nos próprios joelhos que era o lugar mais alto que ele teria coragem de observar naquele momento. — Por que alguém se importaria comigo agora? Não é difícil imaginar que as pessoas teriam preferido que o Ji Hoon estivesse no meu lugar. — era uma afirmação pesada que ele podia fazer, mas quando uma notícia tão grande era jogada em sua frente e ele se via obrigado a pensar no futuro sozinho, o seu lado indeciso e inseguro atacava. — Quem é Park Jun sun sozinho? — ele tinha falado aquilo em voz alta?
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10/11/2018
Though we’ve been together longer
than anyone else
I still don’t know you

Maybe I haven’t once said a comforting word to you...

Se voltasse no tempo, Eun Kyung não conseguiria lembrar muito bem como uma conversa animada e um reencontro amigável tinham se tornado um assunto pesado e mórbido, embora necessário. Embora se esforçasse muito, manter o sorriso no rosto se tornava difícil e, embora ela até conseguisse fazer, seria errado e insensível. "Aja como se nada lhe abalasse, Tulipay Kay", a voz de seu pai retumbava na cabeça. Mas como fazer isso, se conseguia sentir a dor e o pesar do oppa, ao receber aquele tipo de notícia?

Eun Kyung teria explicado tudo de bom grado, e dito tudo o que soubesse (que não era muita coisa, já que tinha procurado se isolar nos últimos tempos), caso ela e Junsun estivessem sozinhos. Na presença do pai, tudo o que falava ou fazia parecia errado. Por isso, estava receosa.

Ficou completamente sem reação quando Jun Sun reagiu daquela forma com ela. Antes de saber sobre o que estava acontecendo lá fora, antes mesmo de perguntar o que seria de si mesmo, da IM Music e dos GB sobreviventes, ele estava preocupado… Com ela? Por que? Eun Kyung era a pessoa que menos importava naquele momento, ou ao menos assim ela pensava.

Seu olhar caiu para as mais quando se encontraram. Sua primeira reação era retirá-las dali, fugir daquela sensação estranha, da mesma forma que havia fugido de YooChan na dança da Scary Night. Umedeceu os lábios. Seria rude demais fazer isso, e não era como se aquela demonstração de carinho do oppa fosse indesejado ou incômodo. Ele era seu amigo, afinal. Por isso, apertou as mais dele, de forma igualmente carinhosa.

Quantas pessoas dariam a própria vida para estar em seu lugar?

-Eu… Prometo. - Ergueu seus olhos quando o oppa a fez aquele pedido. Era difícil encará-lo por muito tempo, porque era bonito demais. Com admirar o sol por muito tempo, ela sentia uma forte vontade de cortar o contato, mas permaneceu firme, encarando aqueles olhos pequenos e negros. Não conseguiu segurar o riso, baixo e curto, quando ele encerrou o contato com aquele gesto encorajador. Ela levantou os próprios punhos e fez uma expressão semelhante.

Jun Sun e Tulipay: Awaken  Tenor

-Fighting!

A verdade é que não estava nem minimamente preocupada consigo mesmo. Sequer notava as reações da senhora Park ou de sua filha. Todo o seu foco estava no oppa. Mordeu o lábio inferior, conforme Junsun digeria a explicação de SajoLord. Não tinha sido fácil para ela própria assimilar tudo aquilo aos poucos, só conseguia imaginar como estava sendo para o oppa. Sentia mesmo uma grande empatia por ele, não apenas porque ela tendia a sentir isso pelas pessoas ao seu redor (nem que só um pouco), mas porque ainda havia uma conexão muito antiga entre os dois.

Tinha sido a única pessoa que podia chamar de amigo de infância.

Virou de leve cabeça quando seu pai se ofereceu para ser agente de Jun Sun. Estava surpresa, talvez até impressionada. Que tipo de intenções ele tinha ao fazer aquilo? Eun Kyung não conseguia raciocinar uma resposta concreta.

Baixou o olhar quando Junsun mencionou seus hyungs e o fandom. Ela própria não tinha pensado nisso quando assinou o contrato da Starfish, de forma quase cega. A situação era outra, é claro, mas ainda assim… Tudo o que tinha pensado era que não queria prejudicar ninguém que amava por conta de uma rebeldia sua, dos questionamentos que faria ao pai ou à simples recusa de preencher o contrato antes de falar com as unnies. Tinha sido tola, ingênua. Jamais imaginaria que sua assinatura precoce traria tanto transtorno. Que causaria o disband do BubbleGum. Como seu fandon reagiria se soubesse que ela tinha sido a única culpada?

Mais uma vez, ela afastou seus próprios anseios para se concentrar na dor de quem tinha apreço. Ergueu a cabeça quase ao mesmo tempo que Jun Sun baixou a sua. Não conseguia nem imaginar a real dimensão dos sentimentos dele, por mais que tentasse. Pensava em mil maneira de conseguir fazê-lo se sentir melhor. Tinha que fazer alguma coisa!

-Oppa, não pense isso sobre si mesmo… - Começou, com a voz baixa e tímida. - Muitas pessoas se importam com você, eu e appa acabamos de passar por um grupo que continua a fazer vigília, torcendo pela melhora de todos, pela sua recuperação. - Apertou os lábios ao dizer. Estava sendo bastante sincera, não era apenas uma bonequinha repetindo o que tinha sido programada. - Nós estamos muito felizes que seja você quem está aqui, batalhando dia após dia para ficar bem. Eu estou mesmo grata por estar conseguindo conversar contigo outra vez. Por ser você… - Era a verdade, ela sentia como se aquela fosse uma chance dela se redimir mas, mais do que isso, uma nova oportunidade para ambos de aprofundar uma amizade que poderia ser muito bonita. Isso fora tudo o que significava para o próprio Jun Sun.

-Quando os oppas acordarem, estaremos lá para eles também. Não vai abrir mão deles, nenhum de nós vai. Nós dois estaremos lá para apoiá-los. - Falava dela e do oppa, é claro. Mexeu-se um pouco no sofá, se aproximando de Junsun. Seus olhos estavam marejados, assim como os dele. - E você não estará sozinho. Jamais. Eu prometo.

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10 de Novembro
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@Nang Eun Kyung; @Park Jun Sun

Hospital. 10:28 A.M.


- O que elas vão pensar se você desistir?

Sajolord foi bem direto ao responder com outra pergunta. Deixou que os dois começassem a divagar sobre suas próprias questões. Era uma boa forma de avaliar o quão persuasiva sua filha poderia ser, bem como andava seu treinamento para discursos mais eloquentes. Claro que eles não estavam ali usando Junsun como um pretexto, mas eram em pequenos momentos do cotidiano que Sajolord conseguia avaliar com mais precisão os avanços de Eun Kyung. Ao mesmo tempo, também era bom para que o rapaz ouvisse de alguém da mesma idade, sem pensar muito na hierarquia.

Pelo menos foi assim até que ele retomou a sua fala.

- Ter este tipo de pensamento sobre si mesmo é um grande erro, Junsun. E também uma forma de jogar fora todo o trabalho que tivemos nos últimos anos. Acha mesmo que ninguém se importa com voce? Que voce não é importante para o mundo? Por que estaríamos aqui se voce não fosse?

Ajeitou-se em seu lado do sofá, dando um pequeno suspiro.

- Imagino que voce tenha muitas questões a resolver consigo mesmo. Muitas incertezas depois de tudo o que aconteceu. Todos nós temos e estamos passando por isso. Vivemos uma época de drásticas mudanças e temos apenas duas opções: ou vamos nos adaptar ou vamos ceder a pressão. Nunca me pareceu que voce fosse do tipo que desistia fácil de seus objetivos.


Franziu um pouco as sobrancelhas.

- Não estou dizendo que tenho pressa por uma resposta. Voce tem todo o tempo do mundo e qualquer escolha, será uma boa decisão. Parar será bom. Continuar será bom. Os Golden Boys, infelizmente não existem mais como o grupo que conhecemos, mas sim...quando os rapazes despertarem, eles também terão o poder de decidirem o que querem da vida deles. E não faltarão oportunidade para eles, pois o legado que voces carregam é forte demais e sempre foram capazes de transmitir mensagens que motivaram o mundo inteiro.


Uma pequena pausa em seu discurso antes de continuar.

- Não estou na cabeça do fandom para dizer o que elas vão achar ou deixar de achar. Mas uma coisa é certa, Junsun...Aurum é um fandom motivado pela mensagem que vocês transmitiam e elas não vão amá-lo mais ou menos por voce continuar sem os seus hyungs ou parar. O amor próprio era a mensagem mais importante, junto com o respeito, conhecer os próprios limites. E quanto a descobrir quem é Junsun sem os Golden Boys, é algo que voce precisará enfrentar, de um jeito ou de outro.

Pigarreou por um momento, olhando para a filha antes de encará-lo de novo. - Eu também não sabia quem eu seria sem meu grupo. Não foi fácil descobrir, mas fez parte do crescimento e conhecimento pessoal. - Tombou um pouco a cabeça. - Enfim, eu preferia ter tido essa conversa num momento mais oportuno, mas já que aconteceu, fique sabendo que minha oferta continuará de pé e você pode tomar o tempo que precisar. No entanto, tem algo que eu gostaria de saber com mais urgencia…

Fez um pequeno mistério, dessa vez também olhando para a filha. - Vocês desejam ver os rapazes? Eu entrei em contato com os familiares e também liberaram as visitas para vocês...Se estiverem prontos, poderão vê-los.
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Bloom

A última pergunta feita era a mais autêntica feita por ele. Quem ele era sem o resto dos Golden Boys? Não dava para negar que embora aquela fosse uma ótima oportunidade, quem sabe. Por mais que ele estivesse com medo antes mesmo de saber o que viria pela sua frente ele se desesperava com a ideia. Além do mais, o que ele mais temia: estaria traindo as pessoas que ele mais amava no mundo “seguindo em frente”?

Odiava a ideia de ser um traidor que pula do navio afundando na primeira oportunidade. Era vergonha o que ele estava sentindo naquele momento? Quando era ele quem deveria estar fazendo o seu papel de oppa e tranquilizar a pequena Eun Kyung, a conversa desandou tanto que ele logo se viu na posição contrária. Provavelmente pela primeira vez desde que conhecera Eun Kyung, ou seja, muitos anos atrás,  ele não conseguiu manter o olhar. Logo Park Jun Sun desviou o olhar envergonhado, dando um sorriso sem jeito. Ele já estava tão acostumado com as pessoas disfarçando para não receber um olhar direto dele por muito tempo, se via na situação oposta. Talvez fosse… fofo ele olhando pelo canto dos olhos para os dois convidados indiretamente. Quem sabe era apenas fosse a doce inocência de maknae que raramente se mostrava?

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Aigoo não imaginei  que a aurum ainda estaria lá embaixo… depois de tanto tempo. — Não tinha como negar sua surpresa, ainda mais quando provavelmente não deveriam estar recebendo nenhuma informação sobre o estado clínico de nenhum deles. E independente disso estavam lá embaixo… esperando. Por que ninguém tinha se dado ao trabalho de pelo menos avisar que os sobreviventes se encontravam estáveis? Seu raciocínio fugiu quando Tulipay completou o seu raciocínio.

Mwo? — Quase como um reflexo, Junsun ergueu novamente o rosto para encarar Eun Kyung, sua cabeça inclinada ligeiramente para o lado por causa daquela afirmação. Por mais que duvidasse completamente e suas palavras não fizessem sentido, ele sentia verdade transparecer em seus olhos. Ela não saberia mentir tão bem para ele… pelo menos ele gostava de imaginar que não. A imagem dela, criança e inocente ainda vagava pela sua mente então… “como ela poderia estar feliz de ser ele acordado?”? Depois de todos aqueles anos e o afastamento sem motivos.

Na época ele só aceitou, pouco a pouco criando um distanciamento formal, mas agora… sua cabeça estava no mínimo confusa e não tinha como ele esconder isso nem mesmo se ele tentasse. Talvez ele tivesse ficado em silêncio por tempo demais, então deu um sorriso sem graça diretamente por um breve instante para Sajolord e depois voltou sua atenção para Eun Kyung com um acenar de cabeça, demonstrando gratidão. — Eu sei como os outros são importantes então fico muito grato por você acalmar o meu coração desse jeito.  — por mais que sentisse em seus olhos, ele não se envergonhou  de estar emocionado. Seus olhos brilhavam como duas belas pedras de diamante negro, mas ele não chegou a chorar, dava para ver que ele estava verdadeiramente feliz pela afirmação e como aquilo lhe dava confiança quando ele não mais sabia se a tinha.

Eu só sinto que uma vez na vida é minha obrigação estar lá por eles e não eles por mim… eu não conseguiria aguentar se os hyungs imaginassem que eu os abandonei na primeira oportunidade. É infantil da minha parte mais… — ele deu de ombros não se importando em como aquilo poderia soar imaturo. Era o que o preocupava mais do que tudo. — Eu não fui o que mais sofreu com o acidente então não sei como vai ser para eles, mas ainda quero que eles tenham a escolha de continuar, quando acordarem. Quão errado é isso? — Era como um sonho, ele sabia. Um futuro tão incerto que ele só conseguia enxergar a silhueta por trás de vastas brumas. Não conseguia suportar a ideia que alguém arrancasse deles os sonhos de continuar e se odiaria eternamente mais ainda se tivesse algum papel, por menos que fosse, nessa terrível empreitada. No fundo, ele estava tão ciente das chances disso que soltou um suspiro um tanto desanimado.

A conversa seguia um caminho até Sajolord se dirigir a ele em um tom quase que acusador. Ele foi pego de surpresa e literalmente acordou para o que estava acontecendo, os olhos se abrindo mais do que o comum.

Aish… Não foi isso o que eu quis dizer… — se ajeitou na poltrona que parecia incrivelmente desconfortável. Ele parecia como uma grande criança que iria começar a choramingar por atenção ou colo, mas as palavras que saíram da sua boca não condiziam com a expressão. — Eu não vou desistir do meu sonho, Sajolord-ssi. É só… — tinha perdido a conta de quantas vezes suspirara naquela manhã tentando organizar os pensamentos antes de falar, ainda que isso não fosse mais do que um segundo ou dois. — A fama não é minha. A fama, o sucesso e o amor não são meus… é do aurum para todo o grupo. Eu tenho medo de ser desrespeitoso com a imagem do grupo tentando algo solo enquanto eles não acordam. Não quero ser um fracasso e envergonhar o que todos nós construímos juntos.

Ele tentou ficar relaxado, ou pelo menos parecer relaxado colocando as duas mãos sobre a cabeça, mais voltada para a parte de trás. Era difícil explicar com palavras o que ele sentia, mas à medida que ele abria a boca parecia mais fácil tocar no assunto já que antes ele parecia bastante travado. Era um tópico sensível afinal e ainda assim ele relaxava pouco a pouco já que o ambiente de pressão parecia se aliviar ao seu redor.

Eu só não quero e não posso destruir um legado que não é só meu. — Seguir carreira solo, mesmo que apenas temporariamente até que as coisas voltassem o mais próximo possível do normal amedrontava ele, não havia como negar, independente se ele tivesse que apenas aparecer em um programa ou posar para uma capa de revista. — No fim, todos sabem que foi um verdadeiro milagre como eu saí daquele acidente. Até agora nada daquilo faz sentido e seria um crime imperdoável deixar uma segunda chance dessas passar em branco. Principalmente com todo o apoio que vocês me ofereceram e estão me oferecendo. É só…  eu não sei ainda como vou fazer isso, porém sou eternamente grato pelo apoio. Não deveria de ter sido tão negativo com uma notícia tão animadora.

Afinal, querendo ou não, ele tinha convivido por cerca de 7 anos com aqueles outros rapazes, os vendo mais do que sua própria família e os poucos amigos de infância. Estava sempre acompanhado com alguém ao seu lado para ajudá-lo com suas incertezas. Trilhar esse caminho sozinho e eventualmente falhar, jogando fora todo o sacrifício feito pelos membros. Contudo, ele também se sentia na obrigação de honrar os companheiros que sequer tiveram uma chance de lutar para sobreviver.

Dessa vez ele fechou os olhos e se deixou levar pela situação por alguns segundos, se recompondo e logo abriu um sorriso que pelo menos parecia genuíno. Ele não queria transformar aquela conversa num enterro embora já tivesse o feito. Ele se ajeitou na poltrona uma última vez, se recostando totalmente nela e se apoiando nos braços, quase como um um reizinho com um sorriso discreto para prosseguir com a conversa. A notícia foi tão repentina e inesperada que ele achou que ficaria tonto naquele momento mesmo. Por sorte estava sentado.

Sajolord-ssi. Não brinque assim comigo… é verdade? Eles finalmente vão me deixar vê-los? — a surpresa era enorme levando em consideração a quantidade de vezes que já tinha falado com a mãe e os médicos na tentativa de vê-los nem que fosse de longe. A ideia de finalmente poder estar com eles o fez querer sair da poltrona na mesma hora. Aquele sorriso tímido que ele tinha se espalhou para o resto do rosto de modo autêntico. Seu rosto se voltou para Eun Kyung nesse momento.

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Eu não imaginei que seria possível receber tão boas notícias em um só dia depois de tudo. Nós podemos ir agora mesmo? — completou a frase olhando de volta para Sajolord. Ele estava tão animado que não era possível esconder.

Park Jun Sun
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10/11/2018
Though we’ve been together longer
than anyone else
I still don’t know you

Maybe I haven’t once said a comforting word to you...

Em nenhum momento Eun Kyung pensou que seus próprios problemas fossem maiores ou mais importantes que Junsun. Não apenas porque a sua autoestima estava bastante baixa, mas porque entendia toda a situação que o oppa se encontrava. No auge do sucesso e da fama um trágico acidente levou seus amigos e quase tomou a sua vida. Com o tamanho que tinha, havia sido um milagre a forma com que escapou do acidente fatal. Só que, ao mesmo tempo, tinha que lidar com todas as consequências e desfechos para si e para o grupo, sozinho…

Por isso ela se preocupava em apoiar e mostrar a verdade que havia em sua preocupação com ele, a vontade da reaproximação. Deixar para trás toda a desconfiança que tinha do oppa, e conseguir ser uma amiga boa e fiel. Sentia que essa era uma nova oportunidade para se redimir. Junsun sempre tinha sido tão gentil com ela, não foi justo o que tinha feito e pensado sobre ele…

Agora era ele quem não conseguia olhar nos olhos de Eun Kyung, e quando o fez, ela abriu um doce sorriso, tombando a cabeça de lado, toda a fofura do mundo em seu rosto. Era claro que não seriam melhores amigos imediatamente, como por exemplo como ela era com Sook (no passado) ou SeongYoon. Mas aos poucos poderiam, ao menos, se aproximar mais um do outro. Ou ao menos tinha esperança que sim.

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-Eu não estou falando isso da boca pra fora, só pra te tranquilizar. Se oppa concordar, eu gostaria de vir aqui, ou onde estiver, diariamente pra te encontrar e conversarmos. Quem sabe eu possa começar a te ensinar um pouco do que sei de piano, e você me ajuda com uns passos de dança novos, o que acha? - Aos poucos seus olhos secavam, enquanto os de Junsun pareciam ainda mais marejados. Era seu desejo acompanhar passo a passo da recuperação dele e dos outros Golden Boys desde o princípio. Porém, só agora começava a ter oportunidade para tal. Enquanto, por que não começar desde já?

SajoLord logo começou o seu discurso frente ao que Jun Sun havia falado sobre si mesmo, o fandom e seus hyungs. Ele não era tão delicado com as palavras, fazendo mais um estilo direto, embora Eun Kyung soubesse que ele não conseguia ser mais legal do que aquilo. Era como se tivesse impaciência com os mais jovens, o tempo todo. Não estava dizendo mentiras, é claro, mas ela achou que ele foi bastante indelicado em sua fala. Contudo, não cogitava a hipótese de contradizer ou corrigi-lo, muito menos na frente de outras pessoas.

Da última vez que tentou um embate, tinha se saído ainda pior. Não queria aquela sensação outra vez. Então tudo o que se limitou a fazer foi baixou os olhos e umedecer os lábios, enquanto Junsun o respondia. Só reergueu a cabeça quando ouviu o pai perguntar se eles queriam ver os rapazes. Surpresa e com os olhos levemente arregalados, ela virou o rosto na direção de SajoLord

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-Nós… Podemos mesmo? - Perguntou, baixinho, incerta. Visitar Junsun e ainda ver SeongYoon e os outros oppas, no mesmo dia? Não conseguia acreditar, era bom demais para ser verdade. Não merecia tanta coisa boa em um dia. - Eu quero sim, oppa, quero muito! - A frase saiu quase como se ela arfasse. De fato, parecia ter perdido todo o ar.

Sentia uma inquietação dentro de si, ainda que, por fora, estivesse incólume. Estava animada ou ansiosa? Era possível sentir as duas emoções ao mesmo tempo? Porque desejava estar ao lado dos oppas, durante toda a recuperação, ao mesmo tempo que sabia que seria um grande choque vê-los a cama do hospital, em coma. Afinal, não estavam nem 50% tão recuperados quanto Junsun.

Queria mesmo visitá-los. Com todas as suas forças, queria.

Foi como se, pela primeira vez em muitos dias, tivesse a sensação de desejar algo, mais do que tudo no mundo.
Nang Eun Kyung
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